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        <title>Alagablogue</title>
        <link>http://blogue.alagamares.net</link>
        <description>myBloggie - Open Source Weblog</description>
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            <title>Eventos muitos</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=684</link>
            <pubDate>Sun, 11 May 2008 16:49:11 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
            <guid>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=684</guid>
            <description>Em três dias a Alagamares levou a efeito 3 eventos,com 3 parcerias diferentes.
Dia 9,na Casa Mantero,Sintra,o Teatromosca apresentou a sua construção teatral IGNARA.Sala cheia,espectáculo de reflexão,sobretudo quando temas como a guerra colonial são abordados por jovens que a não viveram e a memória próxima estará na escala dos avós.Parabéna ao Filipe Araújo,Paulo Reis e Susana Gaspar
Sábado,com a Associação de Defesa dos Interesses de Monsaraz(ADIM)visita àquela vila alentejana.Menires,castelos,planície e o espelho de água do Alqueva em fundo.E a visita á Aldeia da Luz.
Hoje,com a SETA,visita botânica da Pena,orientada por Louro Alves,seu presidente e especialista na temática.
Ninguém pára a Alagamares!Mais colaboradores são precisos.Alguém por aí quer vir engrossar esta causa?
&lt;div&gt;&lt;img src=&quot;files/DSC05202.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
Onde está o Obelix?...Foto de &lt;b&gt;Carlos Aguiar&lt;/b&gt; em Monsaraz</description>
            <content:encoded><![CDATA[Em três dias a Alagamares levou a efeito 3 eventos,com 3 parcerias diferentes.
Dia 9,na Casa Mantero,Sintra,o Teatromosca apresentou a sua construção teatral IGNARA.Sala cheia,espectáculo de reflexão,sobretudo quando temas como a guerra colonial são abordados por jovens que a não viveram e a memória próxima estará na escala dos avós.Parabéna ao Filipe Araújo,Paulo Reis e Susana Gaspar
Sábado,com a Associação de Defesa dos Interesses de Monsaraz(ADIM)visita àquela vila alentejana.Menires,castelos,planície e o espelho de água do Alqueva em fundo.E a visita á Aldeia da Luz.
Hoje,com a SETA,visita botânica da Pena,orientada por Louro Alves,seu presidente e especialista na temática.
Ninguém pára a Alagamares!Mais colaboradores são precisos.Alguém por aí quer vir engrossar esta causa?
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Onde está o Obelix?...Foto de <b>Carlos Aguiar</b> em Monsaraz]]></content:encoded>
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            <title>Democracia pouco democrática</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=683</link>
            <pubDate>Sun, 04 May 2008 21:54:48 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
            <guid>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=683</guid>
            <description>Um estudo recente deixa ficar Portugal no ranking da democraticidade-a todos os níveis-no fim da tabela.Em participação em associações cívicas ou outras estamos em 14º em 27(e se calhar contando com os clubes de futebol e de columbofilia...) e no geral em 21º do estudo.Um país assim ensandece,e mais cedo ou mais tarde cai de novo no canto das sereias que reclamam uma chefia forte e proclame os malefícios do debate e participação(já estivemos mais longe...).
Democracia não pode ser só formal.Depois não se queixem!O medo de ser livre provoca o orgulho de ser escravo.</description>
            <content:encoded><![CDATA[Um estudo recente deixa ficar Portugal no ranking da democraticidade-a todos os níveis-no fim da tabela.Em participação em associações cívicas ou outras estamos em 14º em 27(e se calhar contando com os clubes de futebol e de columbofilia...) e no geral em 21º do estudo.Um país assim ensandece,e mais cedo ou mais tarde cai de novo no canto das sereias que reclamam uma chefia forte e proclame os malefícios do debate e participação(já estivemos mais longe...).
Democracia não pode ser só formal.Depois não se queixem!O medo de ser livre provoca o orgulho de ser escravo.]]></content:encoded>
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                <item>
            <title>Maio 68/Maio 2008:A Imaginação ao Poder!</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=682</link>
            <pubDate>Fri, 02 May 2008 12:09:40 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
            <guid>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=682</guid>
            <description>Foi precisamente há 40 anos que se iniciou o período de contestação estudantil e social conhecido como Maio de 68.Existia todo um mal-estar profundo no seio dos estudantes franceses, iniciado  em Março com algumas agitações. O detonador da crise apareceu em Nanterre,onde  depois de repetidos incidentes, entre os quais a ocupação pelos estudantes, a Faculdade  foi fechada a 2 de Maio. Grupos de esquerda, revoltados &quot;contra a sociedade de consumo&quot;, o ensino tradicional e a insuficiência de saídas profissionais, decidem opor-se pela &quot;contestação permanente&quot;. Inicia-se  aí o movimento dirigido por &lt;b&gt;Daniel Cohn-Bendit.&lt;/b&gt; Os estudantes ocupam, depois, a Universidade da Sorbonne - encerrada pelas autoridades a 3 de Maio -, sofrendo uma dura intervenção policial. Geram-se tumultos e focos de tensão, com as primeiras barricadas nas ruas - nomeadamente no Quartier Latin (confrontos de que resultam 805 feridos, entre os quais 345 polícias) -, entrando-se num ciclo de provocação e repressão. A 9 de Maio, contra esta tendência, dá-se, no Boulevard St. Michel, uma manifestação pacífica. No dia seguinte, regressa a violência, com a famosa &quot;noite das barricadas&quot;, carros em chamas, agitação na Sorbonne. Segue-se uma gigantesca manifestação estudantil em Paris, a 13 de Maio, com cerca de 600 000 estudantes.
O conflito alarga-se, porém, ao sector social, com manifestações sindicais nesse mesmo dia, acompanhadas de greves que paralisaram mais de 10 milhões de trabalhadores em França. Apesar do envolvimento da classe operária, o Partido Comunista Francês e a CGT (Confederação Geral do Trabalho) adoptam uma posição calculista, classificando as revoltas estudantis e a greve geral como &quot;aventurismo&quot; e concentrando-se apenas em reivindicações profissionais e laborais, em contraponto às exigências de reformas estruturais dos estudantes (maoistas, anarquistas, trotskistas...). Entretanto, o primeiro-ministro Georges Pompidou reabre a Sorbonne a 14 de Maio, dizendo que era &quot;proibido proibir&quot;. A Renault entra também em greve. Esta pressão laboral conduzirá aos acordos de Grenelle, a 25-27 de Maio, nos quais a classe patronal garantirá um aumento de 10% dos salários e de 35% do salário mínimo. Os sindicatos aceitam, mas as suas bases operárias mantêm a greve. Apesar deste primeiro passo para a paz social, o presidente Charles de Gaulle considera a situação incontrolável, propondo um referendo. Não é, porém, escutado e ao mesmo tempo dão-se distúrbios nas ruas. A crise torna-se cada vez mais política, inquietando-se os ministros com a possibilidade de ruptura e queda do Governo, perante rumores da formação de um Executivo provisório, de crise. Em 24 de Maio, de Gaulle dissolvia a Assembleia.
 Entretanto, ninguém sabe de de Gaulle, acreditando mesmo Pompidou que o regime estava a chegar ao fim. Porém, numa alocução ao país via rádio a 30 de Maio - como nos tempos da guerra, encorajando os compatriotas -,  de Gaulle apela à ordem e anuncia eleições legislativas para Junho. No mesmo dia, junto ao Arco do Triunfo, os gaullistas organizam uma manifestação de apoio ao regime. A propósito do comunicado de de Gaulle à nação, diz &lt;b&gt;Jean Lacoutoure&lt;/b&gt;: &quot;Antes das 16h 30, estava-se em Cuba; depois das 16h 35 estava-se quase na Restauração&quot;. Depois de uma situação que tendia para a anarquia e para uma via socialista, consegue-se recuperar o caminho da democracia e evitar uma agudização dos factos. Apesar dos protestos da esquerda e de alguma violência, a França votará. A 16 de Junho, durante os distúrbios no Quartier Latin, morre Gilles Tautin, de 17 anos. É o fim da crise estudantil: a situação política, essa, continuará agitada.
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            <content:encoded><![CDATA[Foi precisamente há 40 anos que se iniciou o período de contestação estudantil e social conhecido como Maio de 68.Existia todo um mal-estar profundo no seio dos estudantes franceses, iniciado  em Março com algumas agitações. O detonador da crise apareceu em Nanterre,onde  depois de repetidos incidentes, entre os quais a ocupação pelos estudantes, a Faculdade  foi fechada a 2 de Maio. Grupos de esquerda, revoltados "contra a sociedade de consumo", o ensino tradicional e a insuficiência de saídas profissionais, decidem opor-se pela "contestação permanente". Inicia-se  aí o movimento dirigido por <b>Daniel Cohn-Bendit.</b> Os estudantes ocupam, depois, a Universidade da Sorbonne - encerrada pelas autoridades a 3 de Maio -, sofrendo uma dura intervenção policial. Geram-se tumultos e focos de tensão, com as primeiras barricadas nas ruas - nomeadamente no Quartier Latin (confrontos de que resultam 805 feridos, entre os quais 345 polícias) -, entrando-se num ciclo de provocação e repressão. A 9 de Maio, contra esta tendência, dá-se, no Boulevard St. Michel, uma manifestação pacífica. No dia seguinte, regressa a violência, com a famosa "noite das barricadas", carros em chamas, agitação na Sorbonne. Segue-se uma gigantesca manifestação estudantil em Paris, a 13 de Maio, com cerca de 600 000 estudantes.
O conflito alarga-se, porém, ao sector social, com manifestações sindicais nesse mesmo dia, acompanhadas de greves que paralisaram mais de 10 milhões de trabalhadores em França. Apesar do envolvimento da classe operária, o Partido Comunista Francês e a CGT (Confederação Geral do Trabalho) adoptam uma posição calculista, classificando as revoltas estudantis e a greve geral como "aventurismo" e concentrando-se apenas em reivindicações profissionais e laborais, em contraponto às exigências de reformas estruturais dos estudantes (maoistas, anarquistas, trotskistas...). Entretanto, o primeiro-ministro Georges Pompidou reabre a Sorbonne a 14 de Maio, dizendo que era "proibido proibir". A Renault entra também em greve. Esta pressão laboral conduzirá aos acordos de Grenelle, a 25-27 de Maio, nos quais a classe patronal garantirá um aumento de 10% dos salários e de 35% do salário mínimo. Os sindicatos aceitam, mas as suas bases operárias mantêm a greve. Apesar deste primeiro passo para a paz social, o presidente Charles de Gaulle considera a situação incontrolável, propondo um referendo. Não é, porém, escutado e ao mesmo tempo dão-se distúrbios nas ruas. A crise torna-se cada vez mais política, inquietando-se os ministros com a possibilidade de ruptura e queda do Governo, perante rumores da formação de um Executivo provisório, de crise. Em 24 de Maio, de Gaulle dissolvia a Assembleia.
 Entretanto, ninguém sabe de de Gaulle, acreditando mesmo Pompidou que o regime estava a chegar ao fim. Porém, numa alocução ao país via rádio a 30 de Maio - como nos tempos da guerra, encorajando os compatriotas -,  de Gaulle apela à ordem e anuncia eleições legislativas para Junho. No mesmo dia, junto ao Arco do Triunfo, os gaullistas organizam uma manifestação de apoio ao regime. A propósito do comunicado de de Gaulle à nação, diz <b>Jean Lacoutoure</b>: "Antes das 16h 30, estava-se em Cuba; depois das 16h 35 estava-se quase na Restauração". Depois de uma situação que tendia para a anarquia e para uma via socialista, consegue-se recuperar o caminho da democracia e evitar uma agudização dos factos. Apesar dos protestos da esquerda e de alguma violência, a França votará. A 16 de Junho, durante os distúrbios no Quartier Latin, morre Gilles Tautin, de 17 anos. É o fim da crise estudantil: a situação política, essa, continuará agitada.
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            <title>Maio</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=681</link>
            <pubDate>Thu, 01 May 2008 10:05:32 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
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            <description>Depois de umas curtas férias estou de volta.Neste Maio com muitos eventos da Alagamares.Vamos ao teatro.Vamos a Monsaraz.Voltamos á Pena.Estamos na Feira Alternativa.E sobretudo evocações neste espaço daquele Maio de há 40 anos.Em Paris onde fomos razoáveis e desejámos o impossível,em Praga na Primavera, na morte do segundo Kennedy.Há cheiro a Primavera!</description>
            <content:encoded><![CDATA[Depois de umas curtas férias estou de volta.Neste Maio com muitos eventos da Alagamares.Vamos ao teatro.Vamos a Monsaraz.Voltamos á Pena.Estamos na Feira Alternativa.E sobretudo evocações neste espaço daquele Maio de há 40 anos.Em Paris onde fomos razoáveis e desejámos o impossível,em Praga na Primavera, na morte do segundo Kennedy.Há cheiro a Primavera!]]></content:encoded>
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            <title>Correntes em Seteais</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=680</link>
            <pubDate>Thu, 24 Apr 2008 13:49:39 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
            <guid>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=680</guid>
            <description>A Alagamares-Associação Cultural vem juntar-se aos muitos munícipes e visitantes de Seteais que se deparam com o acesso aos jardins e miradouro encerrado pugnando por uma solução intermédia que não prive por tempo indeterminado os visitantes duma das mais belas vistas do Delicious Eden.
É sabido que o Hotel foi para obras por cerca de 1 ano.Contudo,e dentro dum critério de segurança e não perturbação,afigura-se poder ser criado um percurso que sem colidir com as obras não tire aos muitos visitantes de Sintra o panorama ímpar da vista quer para o palácio quer para a várzea,num dos enquadramentos mais conhecidos e mais belos de Sintra.Algo que se afigura a Parques de Sintra,orgão de tutela de acordo com a recente recomposição da PSML pode supervisionar e acertar com o Grupo Espirito Santo,concessionário do Hotel.
Nesse sentido pedimos que contactem a Presidência da Câmara Municipal de Sintra
presidencia@cm-sintra.pt e o Gabinete do Vereador da Cultura gabver.lpatricio@cm-sintra.pt solicitando esclarecimentos acerca do encerramento dos jardins públicos de Seteais, na sequência da controversa atitude do Grupo Espírito Santo há cerca de três meses. 
Aquele é um terreiro de acesso público. O Grupo Espírito Santo, que inclui a rede de hotéis Tivoli, é apenas concessionário do palácio. Urge repor a legalidade. Muitos dos nossos antepassados sintrenses lutaram durante dois séculos para que permaneça franco o acesso. As obras em curso, com as devidas medidas de segurança, são perfeitamente compatíveis com a continuidade das visitas.
Relembramos as palavras de &lt;b&gt;Emília Reis &lt;/b&gt;no blogue de &lt;b&gt;João Cachado&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Sintra do Avesso&lt;/i&gt; http://sintradoavesso.blogspot.com/:
Existe um passado histórico deste local que José Alfredo da Costa Azevedo nas Velharias de Sintra tão bem recorda que devemos exigir seja respeitado. Escreve ele que, já em acta de reunião de câmara de 9 de Agosto de 1800 pode ler-se : &amp;amp;#8220;Povo de Cintra não consentais que se feixe o campo de Senteais&amp;amp;#8221;.
Como achega, lembro ainda que, discretamente, aquando de algumas obras efectuadas no princípio dos anos noventa, o acesso ao espaço onde se situa o chamado &amp;amp;#8220;Penedo da Saudade&amp;amp;#8221; situado nas traseiras do palácio e de onde podia contemplar-se a soberba paisagem que dali se disfruta, TAMBÉM DO DOMÍNIO PUBLICO TAL COMO O CAMPO, foi fechado com portão e grades. Hoje, os visitantes, para para poderem faze-lo teem que subir, à vez, a um acanhado banco de pedra que ali não está para esse efeito.
Num nível inferior, o edifício circular, outrora o pombal, contemporaneo do palácio, ficou na mesma ocasião sem o telhado que, até hoje, não voltou a ser reposto.
&lt;div&gt;&lt;img src=&quot;files/HTPS_Fachada.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <content:encoded><![CDATA[A Alagamares-Associação Cultural vem juntar-se aos muitos munícipes e visitantes de Seteais que se deparam com o acesso aos jardins e miradouro encerrado pugnando por uma solução intermédia que não prive por tempo indeterminado os visitantes duma das mais belas vistas do Delicious Eden.
É sabido que o Hotel foi para obras por cerca de 1 ano.Contudo,e dentro dum critério de segurança e não perturbação,afigura-se poder ser criado um percurso que sem colidir com as obras não tire aos muitos visitantes de Sintra o panorama ímpar da vista quer para o palácio quer para a várzea,num dos enquadramentos mais conhecidos e mais belos de Sintra.Algo que se afigura a Parques de Sintra,orgão de tutela de acordo com a recente recomposição da PSML pode supervisionar e acertar com o Grupo Espirito Santo,concessionário do Hotel.
Nesse sentido pedimos que contactem a Presidência da Câmara Municipal de Sintra
presidencia@cm-sintra.pt e o Gabinete do Vereador da Cultura gabver.lpatricio@cm-sintra.pt solicitando esclarecimentos acerca do encerramento dos jardins públicos de Seteais, na sequência da controversa atitude do Grupo Espírito Santo há cerca de três meses. 
Aquele é um terreiro de acesso público. O Grupo Espírito Santo, que inclui a rede de hotéis Tivoli, é apenas concessionário do palácio. Urge repor a legalidade. Muitos dos nossos antepassados sintrenses lutaram durante dois séculos para que permaneça franco o acesso. As obras em curso, com as devidas medidas de segurança, são perfeitamente compatíveis com a continuidade das visitas.
Relembramos as palavras de <b>Emília Reis </b>no blogue de <b>João Cachado</b> <i>Sintra do Avesso</i> http://sintradoavesso.blogspot.com/:
Existe um passado histórico deste local que José Alfredo da Costa Azevedo nas Velharias de Sintra tão bem recorda que devemos exigir seja respeitado. Escreve ele que, já em acta de reunião de câmara de 9 de Agosto de 1800 pode ler-se : &amp;#8220;Povo de Cintra não consentais que se feixe o campo de Senteais&amp;#8221;.
Como achega, lembro ainda que, discretamente, aquando de algumas obras efectuadas no princípio dos anos noventa, o acesso ao espaço onde se situa o chamado &amp;#8220;Penedo da Saudade&amp;#8221; situado nas traseiras do palácio e de onde podia contemplar-se a soberba paisagem que dali se disfruta, TAMBÉM DO DOMÍNIO PUBLICO TAL COMO O CAMPO, foi fechado com portão e grades. Hoje, os visitantes, para para poderem faze-lo teem que subir, à vez, a um acanhado banco de pedra que ali não está para esse efeito.
Num nível inferior, o edifício circular, outrora o pombal, contemporaneo do palácio, ficou na mesma ocasião sem o telhado que, até hoje, não voltou a ser reposto.
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            <title>A maldição da Quinta dos Pisões</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=679</link>
            <pubDate>Tue, 22 Apr 2008 10:48:58 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
            <guid>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=679</guid>
            <description>Existe em Sintra logo a seguir ao hotel Lawrence uma quinta,dita dos Pisões, em frente à Fonte do mesmo nome,que poderíamos considerar como amaldiçoada dado o destino dos seus proprietários.
Até 1758  pertenceu a &lt;b&gt;D.José de Mascarenhas&lt;/b&gt;,Duque de Aveiro e um dos conspiradores contra D.José,tendo juntamente com os Távoras,seus parentes,sido supliciado e a casa revertido para a Coroa.
Já em 1828,sendo seu proprietário o capitão-mor de Sintra &lt;b&gt;Máximo José dos Reis&lt;/b&gt;,dois dos filhos que consigo aí viviam tiveram destinos trágicos.O filho mais velho,suicidou-se num tanque.O mais novo, estudante em Coimbra, entrou num atentado promovido por um grupo liberal chamado os &lt;b&gt;&quot;Divo dignos&lt;/b&gt;&quot;contra uma diligência que trazia a Lisboa professores daquela cidade para um beija mão a D.Miguel,de que resultaram mortos e a prisão do mesmo,&lt;b&gt;Domingos Joaquim&lt;/b&gt; de seu nome.
Consta que preso e tendo pedido ajuda a seu pai, o mesmo  recusou achando que o filho deveria pgar pelos seus actos,o que terá motivado uma maldição do filho contra a família e o seu património.
Lenda ou  coincidência, o certo é que morto o último capitão mor de Sintra em 1849,a Quinta por falta de descendentes directos acabou na posse dum William Galway que morreu internado num manicómio nos Estados Unidos.Um filho deste acabou por vender os Pisões que assim foram parar a estrangeiros e fora da família.
Esta uma história que dava um belo filme...Coisas de Sintra!</description>
            <content:encoded><![CDATA[Existe em Sintra logo a seguir ao hotel Lawrence uma quinta,dita dos Pisões, em frente à Fonte do mesmo nome,que poderíamos considerar como amaldiçoada dado o destino dos seus proprietários.
Até 1758  pertenceu a <b>D.José de Mascarenhas</b>,Duque de Aveiro e um dos conspiradores contra D.José,tendo juntamente com os Távoras,seus parentes,sido supliciado e a casa revertido para a Coroa.
Já em 1828,sendo seu proprietário o capitão-mor de Sintra <b>Máximo José dos Reis</b>,dois dos filhos que consigo aí viviam tiveram destinos trágicos.O filho mais velho,suicidou-se num tanque.O mais novo, estudante em Coimbra, entrou num atentado promovido por um grupo liberal chamado os <b>"Divo dignos</b>"contra uma diligência que trazia a Lisboa professores daquela cidade para um beija mão a D.Miguel,de que resultaram mortos e a prisão do mesmo,<b>Domingos Joaquim</b> de seu nome.
Consta que preso e tendo pedido ajuda a seu pai, o mesmo  recusou achando que o filho deveria pgar pelos seus actos,o que terá motivado uma maldição do filho contra a família e o seu património.
Lenda ou  coincidência, o certo é que morto o último capitão mor de Sintra em 1849,a Quinta por falta de descendentes directos acabou na posse dum William Galway que morreu internado num manicómio nos Estados Unidos.Um filho deste acabou por vender os Pisões que assim foram parar a estrangeiros e fora da família.
Esta uma história que dava um belo filme...Coisas de Sintra!]]></content:encoded>
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                <item>
            <title>22 de Abril,Dia da Terra</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=678</link>
            <pubDate>Mon, 21 Apr 2008 10:14:46 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
            <guid>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=678</guid>
            <description>Por ocasião de mais um dia da Terra,criado em 1970 por um senador americano,fazemo-nos eco dos&quot; pecados &quot;nacionais em matéria de ambiente e ordenamento,conforme elencados pela Quercus:
&lt;b&gt;1- Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável - no esquecimento&lt;/b&gt;
Oito meses após a realização da Cimeira das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento em Joanesburgo, continua-se sem notícias do prometido Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável. 
&lt;b&gt;2. Ordenamento do Território – remodelação do financiamento às autarquias&lt;/b&gt;.É  fundamental uma nova Lei de Finanças Locais, onde uma componente ambiental ganhe uma forte ponderação, de modo a permitir que autarquias que tenham áreas com fortes limitações à construção e com importantes valores naturais e paisagísticos sejam claramente favorecidas, em detrimento de um critério que não se baseie essencialmente o número de habitantes e a área ocupada.
&lt;b&gt;3. Energia – Portugal aumenta drasticamente a sua intensidade energética&lt;/b&gt;. Estamos a consumir muito mais energia face ao desenvolvimento económico que apresentamos. 
&lt;b&gt;4. Transportes –maior gasto energético, mais emissões, mais congestionamento, mais ruído.&lt;/b&gt; No que respeita às grandes cidades, o tráfego rodoviário surge como a principal actividade responsável pelo agravamento da situação. Portugal é um dos cinco países que caminha para uma maior insustentabilidade na área dos transportes. A par da Bélgica, Espanha, Grécia, Itália, o volume de passageiros e de carga em relação ao PIB, aumentou na década de 90, em vez de diminuir, o que mostra uma maior ineficiência no transporte de pessoas e bens. Portugal está a meio da tabela no que respeita à utilização do automóvel privado por comparação com outros países europeus, mas é o quarto com maior peso no transporte de mercadorias por via rodoviária.
&lt;b&gt;5. Recursos hídricos – 3 100 000 000 000 litros de água desperdiçados anualmente em Portugal. &lt;/b&gt;Um dos mais importantes instrumentos para a poupança da água está na gaveta - o Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água. Este programa descreve detalhadamente 87 medidas, das quais 50 destinam-se ao sector urbano, 23 ao sector agrícola e 14 ao sector industrial, sendo que várias das medidas do sector urbano se aplicam também ao sector industrial. Os maiores desperdícios de água verificam-se na agricultura - 2 750 milhões de metros cúbicos (88% do total de perdas), sendo o abastecimento para consumo humano e a indústria responsáveis respectivamente por 8% e 4% das restantes perdas.
&lt;b&gt;6. Conservação da Natureza – Rede Natura sem ordenamento, atrasos  no ordenamento dos Parques Naturais&lt;/b&gt;. Continuamos com atrasos na realização e implementação de Planos de Ordenamento do Território para a grande maioria das nossas áreas protegidas, a que se acrescenta a necessidade de ordenar as novas áreas agora incluídas na Rede Natura 2000. 
&lt;b&gt;7. Resíduos – reutiliza-se menos, recicla-se apenas um pouco mais, e quer-se incinerar muito mais.&lt;/b&gt;A reutilização das embalagens (embalagens com tara de retorno), depois de medidas legislativas tomadas no final da década de 90, deixou de fazer parte das prioridades de gestão de resíduos e é cada vez menor. A reciclagem de resíduos urbanos está longe do desejável e daquilo que seria possível fazer. A queima de resíduos, uma solução de fim de linha, é afinal a solução que infelizmente se preconiza. Quando o desejável seria a promoção da transformação da matéria fermentável (quase 50% dos resíduos urbanos) em composto agrícola, com ou sem aproveitamento energético, a quantidade de resíduos per capita não pára de aumentar, a reciclagem é de apenas alguns pontos percentuais do total de resíduos e a solução simplista que se quer desenvolver é a incineração, com instalações previstas para a Região Centro e S. Miguel nos Açores, o início de funcionamento da instalação da Madeira, para além eventual da expansão das unidades existentes em Lisboa e Porto.
Fonte:Quercus
&lt;div&gt;&lt;img src=&quot;files/terra.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <content:encoded><![CDATA[Por ocasião de mais um dia da Terra,criado em 1970 por um senador americano,fazemo-nos eco dos" pecados "nacionais em matéria de ambiente e ordenamento,conforme elencados pela Quercus:
<b>1- Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável - no esquecimento</b>
Oito meses após a realização da Cimeira das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento em Joanesburgo, continua-se sem notícias do prometido Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável. 
<b>2. Ordenamento do Território – remodelação do financiamento às autarquias</b>.É  fundamental uma nova Lei de Finanças Locais, onde uma componente ambiental ganhe uma forte ponderação, de modo a permitir que autarquias que tenham áreas com fortes limitações à construção e com importantes valores naturais e paisagísticos sejam claramente favorecidas, em detrimento de um critério que não se baseie essencialmente o número de habitantes e a área ocupada.
<b>3. Energia – Portugal aumenta drasticamente a sua intensidade energética</b>. Estamos a consumir muito mais energia face ao desenvolvimento económico que apresentamos. 
<b>4. Transportes –maior gasto energético, mais emissões, mais congestionamento, mais ruído.</b> No que respeita às grandes cidades, o tráfego rodoviário surge como a principal actividade responsável pelo agravamento da situação. Portugal é um dos cinco países que caminha para uma maior insustentabilidade na área dos transportes. A par da Bélgica, Espanha, Grécia, Itália, o volume de passageiros e de carga em relação ao PIB, aumentou na década de 90, em vez de diminuir, o que mostra uma maior ineficiência no transporte de pessoas e bens. Portugal está a meio da tabela no que respeita à utilização do automóvel privado por comparação com outros países europeus, mas é o quarto com maior peso no transporte de mercadorias por via rodoviária.
<b>5. Recursos hídricos – 3 100 000 000 000 litros de água desperdiçados anualmente em Portugal. </b>Um dos mais importantes instrumentos para a poupança da água está na gaveta - o Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água. Este programa descreve detalhadamente 87 medidas, das quais 50 destinam-se ao sector urbano, 23 ao sector agrícola e 14 ao sector industrial, sendo que várias das medidas do sector urbano se aplicam também ao sector industrial. Os maiores desperdícios de água verificam-se na agricultura - 2 750 milhões de metros cúbicos (88% do total de perdas), sendo o abastecimento para consumo humano e a indústria responsáveis respectivamente por 8% e 4% das restantes perdas.
<b>6. Conservação da Natureza – Rede Natura sem ordenamento, atrasos  no ordenamento dos Parques Naturais</b>. Continuamos com atrasos na realização e implementação de Planos de Ordenamento do Território para a grande maioria das nossas áreas protegidas, a que se acrescenta a necessidade de ordenar as novas áreas agora incluídas na Rede Natura 2000. 
<b>7. Resíduos – reutiliza-se menos, recicla-se apenas um pouco mais, e quer-se incinerar muito mais.</b>A reutilização das embalagens (embalagens com tara de retorno), depois de medidas legislativas tomadas no final da década de 90, deixou de fazer parte das prioridades de gestão de resíduos e é cada vez menor. A reciclagem de resíduos urbanos está longe do desejável e daquilo que seria possível fazer. A queima de resíduos, uma solução de fim de linha, é afinal a solução que infelizmente se preconiza. Quando o desejável seria a promoção da transformação da matéria fermentável (quase 50% dos resíduos urbanos) em composto agrícola, com ou sem aproveitamento energético, a quantidade de resíduos per capita não pára de aumentar, a reciclagem é de apenas alguns pontos percentuais do total de resíduos e a solução simplista que se quer desenvolver é a incineração, com instalações previstas para a Região Centro e S. Miguel nos Açores, o início de funcionamento da instalação da Madeira, para além eventual da expansão das unidades existentes em Lisboa e Porto.
Fonte:Quercus
<div><img src="files/terra.jpg" border="0" /></div>]]></content:encoded>
            <comments>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=678</comments>
        </item>
                <item>
            <title>Jornadas Poéticas de Sintra</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=677</link>
            <pubDate>Sat, 19 Apr 2008 17:28:02 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
            <guid>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=677</guid>
            <description>Vai a &lt;b&gt;Casa das Cenas - Educação pela Arte&lt;/b&gt;, no dia &lt;b&gt;20 de Abril às 14 horas&lt;/b&gt;, no &lt;b&gt;Nova Sintra &lt;/b&gt;Restaurante — Estefânia de Sintra, realizar as&lt;b&gt; Jornadas Poéticas de Sintra&lt;/b&gt;, com o objectivo de lançar novas edições e estreitar o relacionamento do público interessado com os agentes culturais ali presentes ou representados. Dada a expectativa com que esta iniciativa está a ser aguardada, a mesma promete ser animada com leitura de poemas seleccionados e o convívio/diálogo entre os participantes.
 Lançamento do livro &quot;Alegria da Paixão&quot;, de&lt;b&gt; Helena da Paixão&lt;/b&gt;, será apresentado por &lt;b&gt;Maria Almira Medina&lt;/b&gt;, autora do prefácio.
&lt;b&gt;António Augusto Sales&lt;/b&gt;, autor de &lt;b&gt;&quot;António Botto–Real e Imaginário&quot;&lt;/b&gt;, vai falar da sua obra.
A terminar, o pré-lançamento do livro infanto-juvenil&lt;b&gt; &quot;O Grilo que Queria Ser Amarelo&quot;&lt;/b&gt;, texto de &lt;b&gt;Carlos de Melo&lt;/b&gt;, ilustações de &lt;b&gt;Jorge Cardoso&lt;/b&gt;, criado a partir de histórias do escultor Anjos Teixeira.
&lt;div&gt;&lt;img src=&quot;files/J.Poét.Bol.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <content:encoded><![CDATA[Vai a <b>Casa das Cenas - Educação pela Arte</b>, no dia <b>20 de Abril às 14 horas</b>, no <b>Nova Sintra </b>Restaurante — Estefânia de Sintra, realizar as<b> Jornadas Poéticas de Sintra</b>, com o objectivo de lançar novas edições e estreitar o relacionamento do público interessado com os agentes culturais ali presentes ou representados. Dada a expectativa com que esta iniciativa está a ser aguardada, a mesma promete ser animada com leitura de poemas seleccionados e o convívio/diálogo entre os participantes.
 Lançamento do livro "Alegria da Paixão", de<b> Helena da Paixão</b>, será apresentado por <b>Maria Almira Medina</b>, autora do prefácio.
<b>António Augusto Sales</b>, autor de <b>"António Botto–Real e Imaginário"</b>, vai falar da sua obra.
A terminar, o pré-lançamento do livro infanto-juvenil<b> "O Grilo que Queria Ser Amarelo"</b>, texto de <b>Carlos de Melo</b>, ilustações de <b>Jorge Cardoso</b>, criado a partir de histórias do escultor Anjos Teixeira.
<div><img src="files/J.Poét.Bol.jpg" border="0" /></div>]]></content:encoded>
            <comments>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=677</comments>
        </item>
                <item>
            <title>As vantagens criativas como factor de desenvolvimento</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=676</link>
            <pubDate>Thu, 17 Apr 2008 11:29:59 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
            <guid>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=676</guid>
            <description>Das vantagens comparativas às vantagens competitivas ,em macroeconomia já os economistas se debruçaram,tendo mesmo um,Michael Porter,na análise do caso português e com referência à necessidade de clusters sugerido que nos dedicássemos apenas ao que sabíamos fazer bem.
Surge agora um novo conceito para o qual a actividade dos actores e agentes da Cultura é chamada a envolver-se num processo dinâmico com impacte económico e cultural: o das vantagens criativas.
Traduzindo por míudos:se se conseguir  implementar uma classe criativa crítica,dinâmica,talentosa,que se relacione com o tecido empresarial ,com polos de acção e atracção,poderemos criar um cluster da cultura que terá efeitos multiplicadores na economia e na apelatividade dos locais onde habitamos,tornando-os melhores e líderes de tendência.
Sendo Sintra,no quadro português um ninho em potência e na sequência do branding em torno das vantagens culturais de Sintra como modelo de atracção(serra,mar,romantismo,escultura,artes plásticas,ambiente,etc),porque não apostar em federar os produtores,fruidores e consumidores de Cultura para fazer desta Vila hoje Região um Sillicon Valley da Ciência e das Artes à escala nacional?Como dizia Porter,procuremos o que nos distingue,chamemos os criativos,promovam-se projectos identitários e de âncora e podemos criar,com riqueza e valor acrescentado económico e cultural um polo de sucesso,com efectividade sobre as camadas jovens,e como factor de empregabilidade,turismo,massa crítica e competitividade,no fundo.Se as indústrias da cultura e do lazer são a novidade do milénio,há que pensar Global e actuar Local.</description>
            <content:encoded><![CDATA[Das vantagens comparativas às vantagens competitivas ,em macroeconomia já os economistas se debruçaram,tendo mesmo um,Michael Porter,na análise do caso português e com referência à necessidade de clusters sugerido que nos dedicássemos apenas ao que sabíamos fazer bem.
Surge agora um novo conceito para o qual a actividade dos actores e agentes da Cultura é chamada a envolver-se num processo dinâmico com impacte económico e cultural: o das vantagens criativas.
Traduzindo por míudos:se se conseguir  implementar uma classe criativa crítica,dinâmica,talentosa,que se relacione com o tecido empresarial ,com polos de acção e atracção,poderemos criar um cluster da cultura que terá efeitos multiplicadores na economia e na apelatividade dos locais onde habitamos,tornando-os melhores e líderes de tendência.
Sendo Sintra,no quadro português um ninho em potência e na sequência do branding em torno das vantagens culturais de Sintra como modelo de atracção(serra,mar,romantismo,escultura,artes plásticas,ambiente,etc),porque não apostar em federar os produtores,fruidores e consumidores de Cultura para fazer desta Vila hoje Região um Sillicon Valley da Ciência e das Artes à escala nacional?Como dizia Porter,procuremos o que nos distingue,chamemos os criativos,promovam-se projectos identitários e de âncora e podemos criar,com riqueza e valor acrescentado económico e cultural um polo de sucesso,com efectividade sobre as camadas jovens,e como factor de empregabilidade,turismo,massa crítica e competitividade,no fundo.Se as indústrias da cultura e do lazer são a novidade do milénio,há que pensar Global e actuar Local.]]></content:encoded>
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        </item>
                <item>
            <title>Sintra, 1873:a visita de Lady Jackson</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=675</link>
            <pubDate>Wed, 16 Apr 2008 08:26:20 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
            <guid>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=675</guid>
            <description>&lt;b&gt;Catherine Hannah Charlotte Elliott Jackson, Lady Jackson &lt;/b&gt;(1824-1891), foi  esposa do Cavaleiro Sir George Jackson [ (1785-1861), que  com ela casou, em 1856.Após a morte do  marido em 1861, ela virou-se para  a literatura, a começar pela edição da diários e cartas deste  no início da vida. 
 Um dos  seus melhores livros, &quot;Old Paris: seu  Tribunal e Salões Literários&quot;, apareceu em dois volumes, em 1878, e &quot;O Tribunal de Justiça da França no século XVI&quot;, também em dois volumes.
Lady Jackson também escreveu sobre arte, em especial pintura ocidental.
Em 1873 visitou Portugal e escreveu um livro sobre a &quot;fair  Lusitania&quot; no qual descreve o pitoresco duma visita a Sintra,em Maio(o melhor mês para vir a Sintra,segundo ela),por entre o pó do Larmanjat,e de burro pela serra,onde avistou o &lt;i&gt;Chalet da Madama&lt;/i&gt;(Condessa d'Edla)e entrou pelas traseiras do Lawrence atraída pelo cheiro da comida de Jane Lawrence.
A leitura desta obra,traduzida por Camilo Castelo Branco,é um fresco sobre a forma como o Portugal de oitocentos era visto pela velha Albion,mas onde Sintra surge sempre como a pérola entre o desinteresse(para eles) geral.</description>
            <content:encoded><![CDATA[<b>Catherine Hannah Charlotte Elliott Jackson, Lady Jackson </b>(1824-1891), foi  esposa do Cavaleiro Sir George Jackson [ (1785-1861), que  com ela casou, em 1856.Após a morte do  marido em 1861, ela virou-se para  a literatura, a começar pela edição da diários e cartas deste  no início da vida. 
 Um dos  seus melhores livros, "Old Paris: seu  Tribunal e Salões Literários", apareceu em dois volumes, em 1878, e "O Tribunal de Justiça da França no século XVI", também em dois volumes.
Lady Jackson também escreveu sobre arte, em especial pintura ocidental.
Em 1873 visitou Portugal e escreveu um livro sobre a "fair  Lusitania" no qual descreve o pitoresco duma visita a Sintra,em Maio(o melhor mês para vir a Sintra,segundo ela),por entre o pó do Larmanjat,e de burro pela serra,onde avistou o <i>Chalet da Madama</i>(Condessa d'Edla)e entrou pelas traseiras do Lawrence atraída pelo cheiro da comida de Jane Lawrence.
A leitura desta obra,traduzida por Camilo Castelo Branco,é um fresco sobre a forma como o Portugal de oitocentos era visto pela velha Albion,mas onde Sintra surge sempre como a pérola entre o desinteresse(para eles) geral.]]></content:encoded>
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        </item>
                <item>
            <title>A tocha olímpica</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=674</link>
            <pubDate>Mon, 14 Apr 2008 08:39:37 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
            <guid>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=674</guid>
            <description>Faz parte do folclore das últimas semanas vociferar contra a passagem da tocha olímpica ou mesmo fazer concursos para ver quem a consegue apagar.Solidário com a causa que está subjacente a esses protestos discordo contudo da forma como se pretende atingir o regime chinês atacando o ideal olímpico que é dos poucos que pretendem elevar a dignidade do Homem e seus valores a padrões de honra,luta igual e desportivismo.
Protestar contra a China bem melhor passaria por recusar compras nas lojas de contrafacção e pilhéria que por aí campeiam,ou combater a hipocrisia dos países que a medo vociferam contra o desrespeito pelos Direitos Humanos mas fazem negócios da China com esse mercado emergente,mas manchado por falta de respeito pelas regras do Direito e da protecção  social.
Deixem a tocha em paz e concentrem-se em actos mais efectivos e reais.E procuremos saber mais sobre o Tibete,e aqueles que lutam pela recuperação da dignidade duma nação ocupada,do que com folclore tipo Greenpeace que é bom para os fotógrafos de imprensa mas pouco mais.
&lt;div&gt;&lt;img src=&quot;files/chama_olimpica_paris_protes.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <content:encoded><![CDATA[Faz parte do folclore das últimas semanas vociferar contra a passagem da tocha olímpica ou mesmo fazer concursos para ver quem a consegue apagar.Solidário com a causa que está subjacente a esses protestos discordo contudo da forma como se pretende atingir o regime chinês atacando o ideal olímpico que é dos poucos que pretendem elevar a dignidade do Homem e seus valores a padrões de honra,luta igual e desportivismo.
Protestar contra a China bem melhor passaria por recusar compras nas lojas de contrafacção e pilhéria que por aí campeiam,ou combater a hipocrisia dos países que a medo vociferam contra o desrespeito pelos Direitos Humanos mas fazem negócios da China com esse mercado emergente,mas manchado por falta de respeito pelas regras do Direito e da protecção  social.
Deixem a tocha em paz e concentrem-se em actos mais efectivos e reais.E procuremos saber mais sobre o Tibete,e aqueles que lutam pela recuperação da dignidade duma nação ocupada,do que com folclore tipo Greenpeace que é bom para os fotógrafos de imprensa mas pouco mais.
<div><img src="files/chama_olimpica_paris_protes.jpg" border="0" /></div>]]></content:encoded>
            <comments>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=674</comments>
        </item>
                <item>
            <title>O romance da Pensão Bristol</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=673</link>
            <pubDate>Thu, 10 Apr 2008 08:38:08 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
            <guid>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=673</guid>
            <description>Segundo a imprensa,a Câmara de Sintra deu conta ontem da decisão judicial de 1ª instância desfavorável ao licenciamento da Pensão Bristol,onde terão sido autorizados 1037 m2 de construção a mais do que prevê o Plano de Groer de 1949.Decorrem no edifício da antiga Pensão Bristol obras de total intervenção onde apenas a fachada permanece,e que terão sido aprovadas pela Câmara,com parecer do consultor Lino Pimentel,em princípio de acordo com esse plano(vago nos conceitos,adiante-se)
Surge agora a polémica sobre a adequação ou não com o Plano de Groer.Uma coisa é certa:repor o existente já não será possível,e qualquer embargo ou procedimento judicial jamais reporá a estrutura existente,apenas se podendo corrigir ou alterar cérceas ou volumetria.Pena que as intervenções no centro histórico tenham sempre de descambar ou em embargos ou nos tribunais.Recordo o edifício da Gandarinha,algumas dezenas de metros acima,que acabou esventrado e apenas com a fachada,hoje entregue aos musgos.É este o drama das intervenções:a reposição da lei nem sempre conduz a soluções equilibradas,e os &quot;mamarrachos&quot; vão-se somando.E quem perde é o Centro Histórico.
Uma nota final:no cartaz que publicita a aprovação do projecto pode ler-se que a mesma ocorreu em 6/6/2006,data tida como fatídica para muitos espiritos catastrofistas.Será um sinal?...
&lt;div&gt;&lt;img src=&quot;files/IMG_0043.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <content:encoded><![CDATA[Segundo a imprensa,a Câmara de Sintra deu conta ontem da decisão judicial de 1ª instância desfavorável ao licenciamento da Pensão Bristol,onde terão sido autorizados 1037 m2 de construção a mais do que prevê o Plano de Groer de 1949.Decorrem no edifício da antiga Pensão Bristol obras de total intervenção onde apenas a fachada permanece,e que terão sido aprovadas pela Câmara,com parecer do consultor Lino Pimentel,em princípio de acordo com esse plano(vago nos conceitos,adiante-se)
Surge agora a polémica sobre a adequação ou não com o Plano de Groer.Uma coisa é certa:repor o existente já não será possível,e qualquer embargo ou procedimento judicial jamais reporá a estrutura existente,apenas se podendo corrigir ou alterar cérceas ou volumetria.Pena que as intervenções no centro histórico tenham sempre de descambar ou em embargos ou nos tribunais.Recordo o edifício da Gandarinha,algumas dezenas de metros acima,que acabou esventrado e apenas com a fachada,hoje entregue aos musgos.É este o drama das intervenções:a reposição da lei nem sempre conduz a soluções equilibradas,e os "mamarrachos" vão-se somando.E quem perde é o Centro Histórico.
Uma nota final:no cartaz que publicita a aprovação do projecto pode ler-se que a mesma ocorreu em 6/6/2006,data tida como fatídica para muitos espiritos catastrofistas.Será um sinal?...
<div><img src="files/IMG_0043.jpg" border="0" /></div>]]></content:encoded>
            <comments>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=673</comments>
        </item>
                <item>
            <title>Estrangeiros em Sintra</title>
            <link>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=672</link>
            <pubDate>Tue, 08 Apr 2008 09:52:09 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
            <guid>http://blogue.alagamares.net/index.php?mode=viewid&amp;post_id=672</guid>
            <description>&lt;div&gt;&lt;img src=&quot;files/22.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
A beleza e mistério de Sintra desencadeou a partir sobretudo a partir do final do séc XVIII  uma busca por parte de estrangeiros a fixar-se por estas bandas,sobretudo por parte dos ingleses,e decorrente da relação próxima que Portugal teve com esse país depois da deslocação da corte para o Brasil.Uns viajantes(Byron,Lady Jackson,Ratazzi) outros moradores(Jane Lawrence,os Cook,Gildmeester) muitos são os estrangeiros que adquiriram propriedades em Sintra,muitas de grande valor arquitectónico e simbólico.
Só um resumo:a Quinta da Capela,alugada a Marc Zurcher,suiço,a Quinta da Palma,alugada por americanos,a Quinta da Madre de Deus,de Michael John Baker,a Quinta do Vinagre,em Colares,da família Schumberger,a Quinta do Conde,em Colares,de Tinsley.E ainda a Quinta de S.João,de Jaime Senfelt,a Quinta de S.Tiago,de Eduard Bradell,a Quinta do Bonjardim,onde se jogou a primeira partida de futebol em Portugal,da família Empis.
Acrescente-se ainda a Quinta das Bochechas,da família Massetti,a Quinta do Alto Sereno,de Gerda Spitze,a Casa dos Pisões,de Julina Leacock,a Quinta da Boavista,do conde Frederico de Schonborn-Wiesentheid,a Quinta dos Moinhos Velhos,de Mrs Bosschaart,a Quinta de Penaferrim,de Richard Thomas,a Quinta do Monte Sereno,de Mark Berger,a Quina do Arrabalde,do holandês Huits,a Quinta do Chão dos Arcos,de Roy Campbell.E outras,como a Quinta da Toca(Marie Gleischen),a Quinta de Santo António,em Almoçageme(Arthur Lanborn),a Quinta da Bemposta(Francoise Baudry),a Quinta Biester(do americano Robert Bearsdley),a Quinta dos Lagos(que pertenceu ao ex-presidente do Brasil,Sarney)etc,tudo propriedades de famílias estrangeiras amantes de Portugal ou de seus herdeiros,no presente.
Ainda Hotéis como o Lawrence e o Miramonte,em Colares pertencem a estrangeiros,como dos japonês Nishimura foi a Quinta da Regaleira até que a CMS a adquiriu.E muitos mais.Alguém sabe por exemplo que a actriz do cinema mudo Gloria Swanson,a do Sunset Boulevard,teve uma casa na Praia Grande?
Sintra,a sua serra,mar e vasto património ainda hoje um Delicious Eden!</description>
            <content:encoded><![CDATA[<div><img src="files/22.jpg" border="0" /></div>
A beleza e mistério de Sintra desencadeou a partir sobretudo a partir do final do séc XVIII  uma busca por parte de estrangeiros a fixar-se por estas bandas,sobretudo por parte dos ingleses,e decorrente da relação próxima que Portugal teve com esse país depois da deslocação da corte para o Brasil.Uns viajantes(Byron,Lady Jackson,Ratazzi) outros moradores(Jane Lawrence,os Cook,Gildmeester) muitos são os estrangeiros que adquiriram propriedades em Sintra,muitas de grande valor arquitectónico e simbólico.
Só um resumo:a Quinta da Capela,alugada a Marc Zurcher,suiço,a Quinta da Palma,alugada por americanos,a Quinta da Madre de Deus,de Michael John Baker,a Quinta do Vinagre,em Colares,da família Schumberger,a Quinta do Conde,em Colares,de Tinsley.E ainda a Quinta de S.João,de Jaime Senfelt,a Quinta de S.Tiago,de Eduard Bradell,a Quinta do Bonjardim,onde se jogou a primeira partida de futebol em Portugal,da família Empis.
Acrescente-se ainda a Quinta das Bochechas,da família Massetti,a Quinta do Alto Sereno,de Gerda Spitze,a Casa dos Pisões,de Julina Leacock,a Quinta da Boavista,do conde Frederico de Schonborn-Wiesentheid,a Quinta dos Moinhos Velhos,de Mrs Bosschaart,a Quinta de Penaferrim,de Richard Thomas,a Quinta do Monte Sereno,de Mark Berger,a Quina do Arrabalde,do holandês Huits,a Quinta do Chão dos Arcos,de Roy Campbell.E outras,como a Quinta da Toca(Marie Gleischen),a Quinta de Santo António,em Almoçageme(Arthur Lanborn),a Quinta da Bemposta(Francoise Baudry),a Quinta Biester(do americano Robert Bearsdley),a Quinta dos Lagos(que pertenceu ao ex-presidente do Brasil,Sarney)etc,tudo propriedades de famílias estrangeiras amantes de Portugal ou de seus herdeiros,no presente.
Ainda Hotéis como o Lawrence e o Miramonte,em Colares pertencem a estrangeiros,como dos japonês Nishimura foi a Quinta da Regaleira até que a CMS a adquiriu.E muitos mais.Alguém sabe por exemplo que a actriz do cinema mudo Gloria Swanson,a do Sunset Boulevard,teve uma casa na Praia Grande?
Sintra,a sua serra,mar e vasto património ainda hoje um Delicious Eden!]]></content:encoded>
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            <title>D.Fernando II,percursor da defesa do património</title>
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            <pubDate>Mon, 07 Apr 2008 08:18:51 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
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            <description>&lt;div&gt;&lt;img src=&quot;files/Digitalizar0018.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
Foi D.Fernando II quiçá o primeiro grande defensor do património nacional.Desde obras profundas que mandou fazer no então arruínado Mosteiro da Batalha e em Alcobaça(onde chegou a pensar instalar uma escola de restauro),até ao Mosteiro dos Jerónimos,onde gastou do seu bolso 6.000.000 réis(foto abaixo)ao Paço dos Duques de Bragança,em Barcelos,em ruínas e consumido pelo fogo em 1852,ou ao Convento de Cristo em Tomar, o  rei não só pugnava pelo restauro,como fazia ofertas do seu bolso e amíude visitava as obras.
A ele se deve o restauro do tríptico Tentações de Santo Antão,de Jeronimus Bosch,que ele descobriu no Paço das Necessidades,ou a descoberta, na Casa da Moeda de Lisboa,á beira de ser fundida,da Custódia de Belém,de Gil Vicente.Ou a recuperação do Templo de Diana,em Évora,ocupado como talho e totalmente desprezado á época.
Este alemão faltou na lista dos grandes portugueses.Como de costume.
&lt;div&gt;&lt;img src=&quot;files/Digitalizar0019.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</description>
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Foi D.Fernando II quiçá o primeiro grande defensor do património nacional.Desde obras profundas que mandou fazer no então arruínado Mosteiro da Batalha e em Alcobaça(onde chegou a pensar instalar uma escola de restauro),até ao Mosteiro dos Jerónimos,onde gastou do seu bolso 6.000.000 réis(foto abaixo)ao Paço dos Duques de Bragança,em Barcelos,em ruínas e consumido pelo fogo em 1852,ou ao Convento de Cristo em Tomar, o  rei não só pugnava pelo restauro,como fazia ofertas do seu bolso e amíude visitava as obras.
A ele se deve o restauro do tríptico Tentações de Santo Antão,de Jeronimus Bosch,que ele descobriu no Paço das Necessidades,ou a descoberta, na Casa da Moeda de Lisboa,á beira de ser fundida,da Custódia de Belém,de Gil Vicente.Ou a recuperação do Templo de Diana,em Évora,ocupado como talho e totalmente desprezado á época.
Este alemão faltou na lista dos grandes portugueses.Como de costume.
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            <title>Morte de Charlton Heston</title>
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            <pubDate>Sun, 06 Apr 2008 11:27:15 GMT</pubDate>
            <category>Geral</category>
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            <description>A minha geração cresceu a ver todos os anos Os 10  Mandamentos e o Ben-Hur em Technicolor na grande sala do Tivoli,da mesma forma que se via a Música no Coração ou os filmes do Cantinflas ou do John Wayne.A morte física do Moisés e do Ben-Hur do nosso imaginário não trará porém o fim desse Cinema-Espectáculo dos anos de ouro da Sétima Arte.&lt;i&gt;So it shall be writen.So it shall be done&lt;/i&gt;
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